segunda-feira, 9 de novembro de 2009

In dependência...







Liberdade...
In dependência...
Sober ania

Neste momento do Un i verso
não cabe mais a dependência...

Neste momento do Mult i Verso
não sobra mais Espaço 
para ligações sug "adoras".


Pergunta para a Alma ...

Vc se acha Liberto?
O quanto seu Ego gosta da dependência?
A dependência lhe faz se sentir poderoso...indispensável...quase um ícone ?

Daí vc acha que cabe a "Vc" fazer a diferença ?

Se "Vc" não estiver...
Se "Vc" não resolver...
Se "Vc"...
Vc...
Ah...só Vc pode...





Não...
Sua presença é importante...
Sim...
Muiiito importante...
Mas...
Não crie ou deixe que criem
Dependências.


Estas dependências  bloqueiam os Caminhos da Alma...
criam teias que ceifam a sua liberdade...
sua soberania pessoal
e talvez  vc nem as perceba...
mas são elas que alimentam o Ego.



Então quando a sua percepção lhe levar 
ao Caminho de
Sentir-
Se
somente um instrumento 
da Luz Viva...


Quando a Entrega 
for mais importante 
que a Conquista...

Ai vc terá encontrado a saída

do Labirinto...

Beijos Luminosos e Coloridos!
No Arco Iris..


Jayah Ma



sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Como perder a sua Luz...Primeiro passo...





Não Resisti...


Li este texto, 
no início deste mês, 
no Blog cabala-grupodeestudos.blogspot.com 
(aliás recomendadíssimo !!!!),
e por ser ele 
de suma importância,
 para este momento energético,
da Verdade Pessoal, 
não consegui resistir...
e posto também aqui,
para ampliar o conhecimento (Luz)
emanado por ele...


Leia,
com atenção,
e guarde-o...
será fundamental reler, 
em algum momento da sua existência...


Beijos Luminosos e Coloridos!!!
No amor,


Jayah




" É A SUA KRIPITONITA?





Se você tivesse que escolher 
que as pessoas percebessem você como uma pessoa falida, 
mesmo que você fosse um milionário, 
ou que as pessoas te percebessem como um milionário 
mesmo que você estivesse falido, 
qual das duas opções você escolheria?



Neste mês, eu gostaria de falar sobre a verdade, 
com nós mesmos, com os outros, com o universo.

A verdade é um aspecto muito importante 
em nosso trabalho espiritual em geral, 
mas mais importante ainda 
para os ensinamentos 
que discutimos com nossos alunos 
no Centro de Kabbalah. 
Nossos ensinamentos vêm diretamente de Rav Ashlag, 
e a antiga linhagem a que ele está conectado. 
Já estive inúmeras vezes visitando seu túmulo em Jerusalém, 
e aos túmulos dos incontáveis canais dessa linhagem, 
e todos eles falaram sobre a verdade. 
Você sente isso quando os visita. 
Não viemos ao trabalho espiritual para ter um passatempo. 
Alguns dos trabalhos são difíceis e desafiadores. 
È por isso que estamos aqui. 
Queremos atingir mais, fazer mais, ter mais na vida.

O único caminho de se conseguir isto é trabalhando, 
quebrando os padrões, destruindo as limitações, 
abrindo nossas almas para o impossível. 
O que pensamos ser impossível, pode realmente acontecer. 
Existe um passo-a-passo que seguimos na Kabbalah. 
Usamos os ensinamentos de Rav Ashlag para quebrar estas limitações. 
Um dos passos, requer que sejamos verdadeiros. 
Pense no Super-Homem e na Kripitonita. 
Somos seres do Criador. 
Temos o DNA de Deus dentro de nós. 
Qual é a nossa Kripitonita? 
È a desonestidade com nós mesmos. 
Isso reduz o DNA que nos foi dado pelo Criador 
e nos faz sentir como carne e osso. 
È a isso que nos reduzimos, 
carne e osso e nada mais.
Nada de espírito, nada de alma, nada. 
Temos que atingir um nível para alcançarmos a nossa verdade. 
Não existe uma fórmula que possamos todos seguir. 
Não existe pílula azul ou vermelha. 
Para cada pessoa, o caminho até a verdade é diferente.
A pessoa lendo isto perto de você tem uma verdade diferente. 
Não pense que o caminho vai ser o mesmo. 
Não existe verdade absoluta. 
Precisamos ser verdadeiros com nós mesmos 
e no que queremos atingir com nossos sonhos, 
desejos e metas. 
A maioria de nós, se olha no espelho e não se vê. 
Não estamos olhando para o que queremos ser. 
Não consideramos nós mesmos em um caminho do que queremos ser. 
Olhamos para nós mesmos, somos nós, mas e nesse momento que nos vemos, 
vemos também quem queremos ser? 
Esta nunca é a pessoa refletida.

Com freqüência, em algum momento da vida, nós nos vendemos. 
Fazemos um outro caminho e escolhemos o outro lado. 
E com freqüência, procuramos aprovação de outra pessoa. 
Começamos a não viver nossas vidas, não viver as nossas verdades, 
começamos a viver a verdade deles.
Isto é,construído pelo nosso DNA Oponente 
em nós para procurar aprovação em outros. 
Ao invés de viver a nossa verdade, 
vivemos uma realidade que não é a nossa. 
Vivemos a verdade do outro em escala, 
talvez de nossos chefes no trabalho. 
Nós satisfazemos estas pessoas. 
Pensamos que isso nos trará uma promoção. 
Começamos a seguir um caminho diferente do que deveríamos ir. 
Não somos mais autênticos. 
Nós perdemos Luz. 
Acabamos de pegar a Kripitonita. 
Isso nos reduz a nada.

A verdade é, existem apenas duas forças no mundo. 
Existe o Oponente. 
E existe o seu verdadeiro eu 
– sem aprovação, sem a bajulação,
 sem fazer coisas por reconhecimento. 
Existe uma coisa chamada Síndrome de Estolcomo, 
quando o capturado tem uma conexão com o que o capturou. 
Estamos tão dentro deste pensamento 
de reconhecimento e aprovação, 
que pegamos isto até mesmo da pessoa que nos seqüestrou. 
È assim que o Oponente trabalha em nossa cabeça. 
Talvez, estejamos impressionados pelo Oponente, 
presos na cadeia. 
Ele colocará as pessoas na nossa frente para nos vendermos, 
para nos sentirmos para baixo, 
para tirar a nossa essência verdadeira. 
Ele sempre nos dará oportunidades para cairmos. 
Perguntamos a nós mesmos: 
- Quem é você, aonde você está? 
Nos olhamos no espelho e não conseguimos nos reconhecer. 
Entramos nesses momentos. 
È essa desconexão que nos aliena de nós mesmos e da Luz. 
Tudo o que o Criador quer de nós é que sejamos nós mesmos. 
È tudo que Ele quer. Não parecer ser tão difícil.

A cada dia, a cada parte de nossas hora, 
não somos nós. 
Estamos vivendo as coisas de alguém, a fantasia, o que quer que seja. 
Mas, se não vivermos verdadeiramente com nós mesmos, 
não iremos viver realmente. 
Então estamos mortos por dentro. 
O que é uma pessoa quando está deprimida? 
Ela não tem desejos. 
Por que? 
Porque estão mortas por dentro. 
Existe um vazio dentro. 
A semente do vazio vem de estarmos nos sentindo desconectados de nossos sonhos, 
desconectados de nós mesmos. 
Nós temos uma forma de máscara que colocamos. 
Todos temos máscaras. 
Não existe uma pessoa que não esteja lendo isto que não a tenha. 
Não existe uma pessoas em meio a 6 milhões de pessoas no mundo 
que não tenha uma máscara.

O que é uma pessoa controladora? 
Uma pessoa que está usando a sua fraqueza e insegurança para controlar os outros. 
Por que uma pessoa fica com raiva? 
Ele ou ela não querem que você fique muito perto. 
Esta pessoa está com medo de ficar perto de qualquer pessoa 
e criou para si uma concha de raiva. 
Todas as pessoas têm uma máscara. 
Uma máscara que nos separa da verdade que há dentro. 
Não podemos ser felizes, 
não podemos nos sentir completos até removermos a máscara. 
Tire ela assim como fez Darth Vader no “Retorno de Jedi.” 
Finalmente, ele removeu a máscara e dessa forma eliminou a negatividade. 
Não sei o que George Lucas estava estudando, 
aprendendo, pois existe muita Kabbalah aí! 
Temos uma concha fora de nós, que desvia as pessoas. 
Queremos que as pessoas vejam isto, o b.s que vendemos para todos, 
a máscara. 
Esta é a nossa Kripitonita, nosso ingresso para o caos.

No fim do dia, tudo o que temos são máscaras e nada mais. 
Existe um vazio que vem depois. 
A hora é agora. 
É tempo de remover a máscara. 
È tempo de arriscarmos este ano e viver a nossa verdade.

Yehuda Berg


Boletim mensal do mês de Libra 2009" 

domingo, 11 de outubro de 2009

Anda danças...




Minha última postagem já faz um tempo...
De lá pra cá
 muitas
Ex periências...
Lei turas...
Sen ti mentos...
Agoras eternos perpetuados...

Lembrando que :

Neste tempo da Verdade Pessoal,  
estamos sempre perto 
de quem amamos...
de quem temos sintonia.
E que as palavras...
nem sempre refletem 
os sen ti mentos expressados.


Por estas
anda danças...

caiu da estante o livro
" Sidarta", do autor Hermann Hesse.
Muitas leituras fiz deste autor  na minha adolescência, 
parece ontem,
e sempre despertaram essências puras
na minha Alma.


Neste livro, 
já agora madura,
senti o aroma da coincidência,
que só o pensamento Uno exala.


Na leitura me lembrei de Bob Dylan...
Blowin' In The Wind:

"Quantos Caminhos o homem deve ter ..."


Quantos Caminhos?
Quais são os Certos?
E existem errados?
Qual a procura da Alma?
Quem encontra?
Existem Mestres?
Quem são?



Perguntas...
que cabe a Cada Um responder...
pois para cada Um há uma resposta...
E, quem quer responder ao Outro...
Se perde de Si mesmo.

Depois...
em outro post...
falo de outras ex periências...


Beijos Luminosos e Coloridos!
No amor,


Jayah








quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Mara, o Deus da Mentira





"Mara, o deus da mentira, 
caminhava com seus seguidores pelas estradas de Pune, 
quando de repente se depararam com um homem em posição de lotús, 
embaixo de uam grande árvore frutífera.
O homem estava em êxtase,
e de seu corpo emanava uma intensa luz branca. 
Os seguidores de Mara não estavam entendendo 
o que aquilo siginificava
e perguntaram:
- Mara, o que está acontecendo com esse homem?
- Vocês não percebem- disse Mara- 
Ele encontrou a verdade.
Os seguidores se entreolharam. 
Um deles tomou coragem e perguntou:
- E você Mara, que é o deus da mentira, 
não vai fazer nada a respeito disso?
Mara se afastou do homem 
com seus discipulos e disse:
- Não se preocupem com aquele homem. 
Quando encontram a verdade, eles são todos iguais, 
não passa muito tempo 
e a transformam em uma ilusão.
Os seguidores de Mara compreenderam e sorriram. 
Ele então concluiu:
- Eu sempre venço, no final."


- As 14 pérolas da Índia, 
contos Ilan Brenman  e
lindas ilustrações de Ionit Zilberman - 

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A Linguagem da Alma...



Às vezes...
Acho que a Vida 
sem palavras,
é mais verdadeira. 

As palavras somente são necessárias
quando os corações 
não podem se ouvir
e, portanto, 
pouco interessam...
pouco acrescentam...
Na linguagem da Alma...
do Amor...
as palavras...
não existem.

Por isto o silêncio,
a linguagem da Alma,
me parece tão oportuno.

"..."

Beijos Luminosos e Coloridos!
No amor,

Jayah